Festival de Curitiba anuncia 34ª edição com 435 atrações: ingressos à venda a partir de terça (10) no site e no Shopping Mueller

Tem anúncio que muda o humor da cidade, e esse é um deles: o Festival de Curitiba divulgou a programação oficial da 34ª edição, aquele combo que transforma teatro, rua, praça, espaço cultural e até a Região Metropolitana num grande circuito de arte. E não é força de expressão, tá? O número é gigante mesmo: mais de 435 atrações espalhadas por teatros, espaços culturais, ruas, praças e instituições de Curitiba e entorno.

festival de curitiba 2026 - O Motociclista no globo da morte - Foto: Divulgação
Festival de Curitiba 2026 – O Motociclista no globo da morte – Foto: Divulgação

O festival acontece de 30 de março a 12 de abril, reunindo espetáculos premiados, montagens aclamadas pelo público, estreias nacionais, além de dança, circo, humor, música, oficinas, shows, performances e gastronomia. É aquele tipo de programação que dá vontade de fazer “cartela” e sair riscando tudo o que você quer ver.

E a parte prática (porque a gente ama um serviço bem explicado): a venda de ingressos começa nesta terça-feira (10), tanto pelo site www.festivaldecuritiba.com.br quanto pela bilheteria física no Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 – Piso L3, Centro Cívico).

Um festival que já virou tradição (e que, sim, lota)

O diretor do Festival de Curitiba, Leandro Knopfholz, resume bem o espírito dessa história: são 34 edições celebrando teatro, arte e cultura vindos “de vários cantos do país e do mundo”, com uma programação diversa, acessível e pensada para todas as pessoas, movimentando também o mercado da economia criativa na cidade e na região. E pra você ter dimensão do tamanho disso, em 2025 o evento recebeu mais de 200 mil pessoas considerando todas as atrações.

Estrelas no palco e nomes fortes por trás das montagens

Se você gosta de ver “gente grande” em cena (e também de descobrir coisa nova), a edição vem bem servida. Estão confirmados espetáculos com Malu Galli, Du Moscovis, Herson Capri, Natália do Vale e Walter Casagrande Júnior. Nas direções, aparecem nomes como Nelson Motta, Miguel Falabella, Rodrigo Portella, Inez Viana e Fernando Philbert.

E ainda tem a presença de grupos e companhias que já carregam história e reconhecimento: Grupo Galpão, Grupo Corpo, Armazém Cia de Teatro, Coletivo Prot{agô}nistas, Grupo Magiluth, Coletivo Negro, Companhia de Teatro Heliópolis, Súbita Cia de Teatro, Corpo Rasteatro, entre outros.

Mostra Lucia Camargo: o “coração” curatorial do festival

A Mostra Lucia Camargo vem com mais de 30 espetáculos selecionados por uma curadoria formada por Daniele Sampaio (produtora e pesquisadora), Giovana Soar (atriz e diretora) e Patrick Pessoa (dramaturgo e crítico teatral). A ideia é celebrar o teatro como uma arte essencialmente coletiva, homenageando grupos importantes nas artes cênicas do país e reverenciando a memória de grandes nomes que já partiram.

A diretora do Festival de Curitiba, Fabíula Passini, comenta que a seleção desta edição é “muito preciosa”, tanto pela qualidade quanto pela celebração de grupos e companhias que marcaram as mais de três décadas do festival. E tem mais: a Mostra também traz espetáculos internacionais, com obras vindas da Alemanha, Argentina e Moçambique.

festival de curitiba 2026 - Dois Papas - Foto: Divulgação
festival de curitiba 2026 – Dois Papas – Foto: Divulgação

Teatro Guaíra: os grandes títulos no Guairão e o peso do Guairinha

No Teatro Guaíra – Guairão, um dos maiores espaços culturais do Brasil, a lista é daquelas que você lê e já imagina fila na bilheteria. Estão previstos o musical “Tim Maia – Vale Tudo”, com roteiro de Nelson Motta e produção de Carmelo Maia; a estreia nacional de “Na Marca do Pênalti”, em que Walter Casagrande Júnior revisita sua carreira e encara “os clássicos mais difíceis” da vida; o drama “Dois Papas”, que marca a primeira montagem internacional do texto de Anthony McCarten (autor do livro homônimo e do roteiro do filme da Netflix indicado a Oscars, Globos de Ouro e BAFTAs); a comédia “A Sabedoria dos Pais”, dirigida por Miguel Falabella, reunindo o paranaense Herson Capri e Natália do Vale e celebrando os 50 anos de carreira da dupla; e “Piracema”, novo espetáculo do Grupo Corpo, que comemora 50 anos da companhia com um balé que fala de continuidade, renovação, resiliência e ousadia.

No Guairinha, a programação também vem pesada: o Grupo Galpão apresenta “(Um) Ensaio Sobre a Cegueira”, expandindo o conceito de ensaio e adicionando camadas que vão além da ficção; a Armazém Companhia de Teatro traz “Dias Felizes”, drama elogiado que constrói um jogo cruel e fascinante, onde cada palavra vira eco entre esperança e delírio. Ainda no Guairinha, tem a estreia no festival de Juana Profunda com “O Grande Cabaré Combo Drag Week”, celebrando 10 anos de trajetória drag e participação especial de Miranda Lebrão (RJ), que passou pela 1ª temporada do Drag Race Brasil e também pelo RuPaul’s Drag Race Global All Stars. E tem o circo negro do Coletivo Prot{agô}nistas, “{FÉ}STA”, onde a apresentação vira território de memória e reinvenção, misturando poesia, risco e humor à força ancestral de quem celebra seus ritos. Para completar, chega “Mulher em Fuga”, com Malu Galli e Tiago Martelli, direção de Inez Viana e dramaturgia de Pedro Kosovski, transformando a trajetória de Monique em reflexão cênica sobre violência, classe e emancipação — com a voz do autor como chamado político ao público.

Outros palcos, outras experiências: José Maria Santos, SESC da Esquina e Cleon Jacques

O Teatro José Maria Santos recebe “A Boca Que Tudo Come Tem Fome (Do Cárcere às Ruas)”, da Companhia de Teatro Heliópolis com dramaturgia de Dione Carlos, usando espelho d’água e elementos da cultura afro-brasileira para retratar a luta de quem tenta reconstruir a vida após a prisão. Também está em cartaz por lá o contemporâneo “Deriva”, da Súbita Companhia de Teatro, que funde real e ficcional para desestabilizar certezas e abrir espaço para o encantamento do cotidiano; além de “Sidarta”, inspirado livremente em Hermann Hesse e indicado ao Prêmio Shell em Iluminação; e “Cabo Enrolado”, que evoca o imaginário periférico de forma divertida e poética, com musicalidade e dança presentes na cultura urbana paulista, como funk e hip-hop.

No SESC da Esquina, aparecem títulos como “Reparação”, drama contemporâneo inspirado em caso real, levando o público a um salão de beleza dos anos 80 com manicure e cabeleireira em cena; “Jonathan”, sobre a biografia de uma tartaruga centenária e o amadurecimento do jovem Jonathan diante da realidade de ser negro em um mundo que o quer submisso; a peça internacional de dança “Brace”, que consolida Edivaldo Ernesto como uma das vozes mais potentes da dança contemporânea mundial em uma turnê inédita no Brasil; “Pai Contra Mãe ou Você Está Me Ouvindo”, com concepção, dramaturgia e direção geral de Jé Oliveira, indicado aos prêmios Shell e APCA, adaptando livremente Machado de Assis e dialogando com desigualdades raciais contemporâneas; e “Veias Abertas 60 30 15 Seg”, inspirado em Eduardo Galeano, atravessando o território latino-americano para revelar feridas históricas, contradições e lutas não cicatrizadas.

O Teatro Cleon Jacques recebe “Vinte!”, experimento cênico e sonoro que mistura música, teatro e artes visuais, inspirado no choro, jazz e samba como ritmos fundamentais da identidade musical negra; a peça-instalação de dança “A Bailarina Fantasma”, em fricção com a escultura francesa “A Bailarina de 14 anos”, de Edgar Degas, a partir de relatos autobiográficos de Verônica Santos; e o espetáculo internacional, direto da Argentina, “Bailarinas Incendiadas”, baseado na pesquisa documental de Ignacio González, narrando histórias sombrias do século XIX sobre bailarinas queimadas vivas pelas lâmpadas a gás usadas nos teatros.

Festival de Curitiba 2026 - Sidarta - Foto: Claudio Pitanga
Festival de Curitiba 2026 – Sidarta – Foto: Claudio Pitanga

Ópera de Arame, CAIXA Cultural, Paiol e Bom Jesus: o festival ocupando a cidade

A Ópera de Arame, que foi construída para abrigar o primeiro espetáculo da história do festival, volta a receber peças da Mostra Lucia Camargo. Entre elas, a nova montagem de “A Máquina”, comédia que marcou a dramaturgia brasileira e revelou ao país um quarteto que hoje dispensa apresentação: Wagner Moura, Lázaro Ramos, Gustavo Falcão e Vladimir Brichta. E também “Édipo REC”, do Grupo Magiluth, criado a partir de “Édipo Rei”, de Sófocles, marcando 20 anos de pesquisa continuada do grupo.

Na CAIXA Cultural Curitiba, entram em cena a comédia dramática “Atrás das Paredes”, que questiona até onde vai a capacidade destruidora do ser humano e de que formas ela se manifesta; e “Como um Palhaço – Like a Clown”, desmontando a imagem mítica do palhaço para investigar os múltiplos sentidos que a profissão adquiriu ao longo do tempo, criando alegorias, cenários lúdicos e situações ficcionais.

No Teatro Paiol, chega o aguardado “O Motociclista no Globo da Morte”, texto de Leonardo Netto e direção de Rodrigo Portella, em que Eduardo Moscovis apresenta um monólogo inédito expondo a violência humana. E no Teatro Bom Jesus, direto de Juazeiro do Norte (CE), vem o grupo Carroça de Mamulengos com “Histórias de Teatro e Circo – Três Gerações de Arte Brincante”, celebrando 50 anos de trajetória com releituras de cenas clássicas, cenas e bonecos inéditos, e um elenco familiar que atravessa gerações — inclusive com um integrante de apenas 8 meses.

Mostra Fringe: o festival gratuito, vivo e espalhado pela Grande Curitiba

Agora, se você ama “achar ouro” fora do eixo, a Mostra Fringe é o seu lugar. Ela faz parte da programação gratuita e acessível do festival e ocupa teatros, praças, parques e ruas de Curitiba e Região Metropolitana com uma média de 300 espetáculos, produzidos por aproximadamente 1.800 artistas e técnicos, vindos de todos os estados do Brasil e também de países como Argentina, Peru, Chile e Bolívia. Um dado importante: cerca de 40% das apresentações são gratuitas para a população.

O Fringe não passa por curadoria: as companhias participam via cadastro voluntário, organizadas em “Mostras”, “Espetáculos de Rua” e “Circuito Independente”. Nesta edição, ele promove a terceira “Rodada de Conexões”, reunindo curadores e programadores de festivais e salas de teatro do Brasil para aproximá-los das companhias presentes no Fringe e de grupos radicados em Curitiba. Os espetáculos ocupam mais de 70 espaços na Grande Curitiba, descentralizando o acesso à arte e atraindo, todos os anos, mais de 50 mil espectadores. E tem um detalhe que mexe com carreira: o Fringe é reconhecido como o maior celeiro das artes cênicas do Brasil, atraindo olheiros e produtores de elenco das maiores produtoras audiovisuais do país.

Pra acompanhar as novidades: Instagram @mostrafringe.

Interlocuções: formação, debate e integração (e tudo gratuito)

O Interlocuções é a parte formativa do festival, com ações que estimulam pensamento crítico e integração entre artistas e público, atraindo também estudantes e grupos. Com parte da programação indicada pela curadoria da Mostra Lucia Camargo, estão previstos debates, encontros, palestras, oficinas e lançamentos de livros para 2026, com programação totalmente gratuita. Algumas oficinas têm vagas limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo e-mail interlocucoes@festivaldecuritiba.com.br.

A Mostra Lucia Camargo, a Mostra Fringe e o Interlocuções são apresentados por Petrobras, Sanepar e Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba e Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio de EBANX, Viaje Paraná e Copel e realização do Ministério da Cultura e Governo Federal – Do lado do povo brasileiro. E um lembrete importante: no site oficial dá para ver os espetáculos com acessibilidade em audiodescrição e intérpretes de Libras.

Mostra Surda de Teatro: Libras no centro, protagonismo e “festival para todos”

A Mostra Surda de Teatro chega à terceira edição reforçando o protagonismo de artistas e produtores surdos e trazendo a cultura e expressão artística também em Libras. Os espetáculos acontecem na Capela Santa Maria e incluem estreias nacionais como “Sopro de Liberdade”, baseada em “O Grito da Gaivota”, em que Emanuelle Laborit narra sua vida como surda; “Voz Invisível: Catharine Moreira”, performance poética que convida o público a interagir com a comunicação por expressão corporal e Libras; e “Gralha Azul Pinhão”, espetáculo que revela a língua de sinais como memória, cultura e continuidade de histórias.

Também estão na programação: “Cangaceira Surda Mara”, sobre uma nordestina que viaja pelo Sertão disseminando cultura surda; “OZ”, história de um casal que aprende desde cedo a reconhecer limites impostos aos corpos e às formas de afeto; o “Slam Resistência Surda”, evento de poesia em Libras realizado em Curitiba há 8 anos; e a montagem de dança “Encruzilhada”, de Elinilson Soares, fruto de pesquisa sobre acessibilidade e comunicação na dança no Mestrado Profissional em Dança da UFBA, investigando intersecções entre culturas surda e ouvinte. E, pra completar, duas oficinas: “Como Contar Histórias para Crianças Surdas” e “Axé Dança em Libras”.

Festival de Curitiba 2026 - O GRANDE CABARÉ CDW - Foto Polly Devides
Festival de Curitiba 2026 – O GRANDE CABARÉ CDW – Foto Polly Devides

Guritiba: o festival para crianças, famílias e formação de plateia

O Guritiba é um projeto cultural, social e de formação de plateia que acontece o ano todo e começa junto com o festival, democratizando o acesso à arte para crianças, adolescentes, educadores e famílias. Em 2025, ele ocorre nos finais de semana 4, 5, 11 e 12 de abril, com programação especial para todas as idades.

O Auditório Poty Lazarotto, no Museu Oscar Niemeyer, recebe os espetáculos e atividades de recreação cultural antes das apresentações. Na programação, está “Azul”, peça sobre conscientização de TEA, contando a história de Violeta, uma menina de 4 anos ansiosa com o irmãozinho Azul, e o processo de entender que ele se desenvolve de forma diferente, com comportamento mais introvertido, dificuldade de fala e hiperfoco. Também entra “Da Janela”, espetáculo infantil acessível que transforma acessibilidade em jogo de cena e provoca novas formas de comunicação, a partir da chegada de novos moradores na vila de Malu: Cadu e Nina. Além disso, instituições e escolas públicas de Curitiba e Região Metropolitana recebem “O Circo é Nosso!” (Cia Mirabólica), “Ayô e o Gigante” (Batalhão Cia de Teatro) e “Nhe’enga: Sobre Viver Histórias” (Cia Tagarelices).

O Guritiba é apresentado por Peróxidos do Brasil, com patrocínio de Ritmo Logística e NTT DATA, e realização do Ministério da Cultura e Governo Federal – Do lado do povo brasileiro. Instagram: @programa.guritiba. E os espetáculos no MON contam com acessibilidade em audiodescrição e intérpretes de Libras.

Risorama, MishMash e Gastronomix: humor, variedades e comida boa do jeito que Curitiba ama

O Risorama chega à 22ª edição como um grande comedy club, com serviço de bar, e anfitrião Diogo Portugal. Ele rola nos dias 3, 4, 6 e 7 de abril, na Pedreira Paulo Leminski, com nomes confirmados como Nany People, Bruna Louise, Nando Viana, Rodrigo Marques, Fabiano Cambota, Marcelo Duque, Gio Lisboa, Teteu Severo e Chico Raiz, além de outros nomes que ainda serão anunciados. Apresentado por Havan, com patrocínio de NTT DATA, Neovia Engenharia, Foxlux, Helisul, Porto a Porto e Madero, cerveja oficial Therezópolis, e novidades no Instagram @risoramaoficial. Todas as apresentações contam com acessibilidade em audiodescrição e Libras.

O MishMash, mostra de variedades artísticas e performáticas (malabarismo, mágica, mímica, circo, palhaçaria, música e mais), acontece em 11 de abril (sábado), às 20h, e 12 de abril (domingo), às 17h, também na Pedreira Paulo Leminski. É apresentado por Unimed Curitiba e Vianmaq Equipamentos, com patrocínio de Thales Group, Arotubi, Cimento Itambé e Gelopar, e acompanhe no @mishmash.oficial. As apresentações têm acessibilidade em audiodescrição e Libras.

E pra quem ama festival com “comer bem” como parte da experiência: o Gastronomix, primeiro evento artístico e gastronômico ao ar livre do país, mistura música instrumental, artes cênicas e gastronomia, com curadoria do chef Celso Freire. Ele ocorre em 11 de abril (11h às 21h) e 12 de abril (11h às 18h), na Pedreira Paulo Leminski, com aulas-show e atividades para a família, gastronomia sustentável, fornecedores locais, louças de porcelana e talheres de inox retornáveis, e pratos em valores especiais. O Gastronomix tem patrocínio da Electra Comercialização de Energia, com patrocínio de Britânia, Gedisa Energia e TCP – Terminal de Contêineres de Paranaguá, cerveja oficial Therezópolis, e realização do Ministério da Cultura e Governo Federal – Do lado do povo brasileiro. Instagram: @gastronomixoficial (com intérpretes de Libras nas apresentações artísticas).

Como comprar ingressos e onde acompanhar tudo

A bilheteria oficial abre terça-feira (10) no site www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física no Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 – Piso L3, Centro Cívico). Para acompanhar novidades e informações: site oficial, Facebook @fest.curitiba, Instagram @festivaldecuritiba e Twitter/X@Fest_curitiba.

E pronto: agora é aquele momento de escolher o que você quer viver — porque, do jeito que o Festival de Curitiba funciona, não dá pra ver tudo… mas dá pra montar uma edição inesquecível pra você.

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